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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sapatos masculinos para usar com color block

MODA





Tim e Fiona Slack (T & F Slack) são casados ​​entre si e por seu amor por criação de sapatos, considerados "clássicos modernos" para os padrões da indústria. Sua coleção dá o clássico "Gibson" ou "Derby" vida nova e forma de calçados com combinações de cores inesperadas, detalhes de costura e materiais são misturadas.


Você pode escolher entre o Derby Soco perfurado em couro branco com amarelo  abaixo, ou ter um par personalizado feito à sua ordem em suas Notting Hill Shop, ou usar o simples "construir seu próprio tênis" sistema que eles criaram dentro da  Selfridges e Liberty.

Dedicada a manter a fabricação local, eles fazem cerca de 150 sapatos por mês em sua fábrica onde com maquinas old-fashioned é recuperado e personalizado para criar o seu sapato "clássico moderno". Com a repetição tanto no mundo dos sapatos, é tão refrescante ver uma solução exclusiva e sob medida que realmente chamam a atenção! 

Madona, poderosa.

História da moda no mudo.wmv

Sapatos femininos




Sapatos dizem muito sobre o usuário e seu personagem como fazer óculos.A linha de sapatos de Jamie Hayon para Camper é perfeito para auto-expressão. Com sua estética de design industrial e do amor por sapatos de sapateado, Hayon criou uma coleção de sapatos desportivos que tem um toque de elegância; uma atualização da sapatilha humilde. Com sua suave forma, forro de linho impressão e losangos único, este sapato é mais do que apenas um mero acessório para os pés - é uma fusão de estilo, forma e função. - Kate Vandermeer

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

28 de novembro 1 ano de blog! Muito obrigada!




Como o ano passa rápido! Ha exatos 365 dias e algumas horinhas atrás esse BLOG nasceu com o intuito de mostrar os estilos de muitas coisas principalmente moda. Ele esta ai graças a voces que visitam e me fazem sentir muito especial por saber que vocês se interessam pelo que eu lhes transmito.
Prometo melhorar mais, deixo eu dar umas ferias no curso de moda em dezembro, e incrementar ainda mais nossas noticias e nossos artigos. Conto com vocês cada dia que passa para melhorar nosso Blog que sem a presença de todos voces não existiria.  Muito obrigada por todo esse apoio e que Deus fique com todos.

domingo, 27 de novembro de 2011

Aos meus amigos!



Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril"
Fernando Pessoa

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Africa na moda!

África, uma realidade de seca e fome que pode ser transformada pela moda

Enquanto alguns trilham o caminho do trabalho escravo em nome de mais lucro no mercado fashion, burlando leis trabalhistas e fechando um ciclo vicioso do errado totalmente maquiado pela beleza do produto final, outros fazem o trajeto oposto, procurando o comércio justo e usando seus talentos e negócios para promover processos sustentáveis na moda e inclusão social. Na mesma medida em que o errado é denunciado, precisamos também divulgar novos formatos de negócio que vão servir como modelo para que outras possibilidades sejam discutidas. O “fair trade” (comércio justo) na prática.
Ann McCreath estudou design de moda em Roma antes de se tornar voluntária de caridade na África, devastada pela seca. Ann tinha o desejo de criar empregos em áreas rurais, oferecendo produtos com qualidade e estilo. Assim, saindo de Roma, lançou em 1996, no Quênia, sua grife chamada de KikoRomeo.
Uma moda que fomentou a economia num país devastado pela seca e pela fome, através de roupas eticamente produzidas, utilizando tecidos exclusivamente africanos, com mão de obra de artesãos das comunidades locais e de grupos de mulheres das comunidades rurais.
A designer, que também desenvolve trabalhos sociais em Angola e Zimbabwe, afirmou que: “Através da criação de uma grife de moda com comércio justo, sinto-me capaz de criar empregos e espalhar a riqueza da cultura local, gerando renda e autoestima ao povo queniano. Sim! Ter orgulho da moda genuinamente Africana, promovendo crescimento da economia local”.
Já com sua Grife KikoRomeo consolidada, peças suas usadas por Naomi Campbell, em 2008 Ann criou o FAFA (Festival For African Fashion And Arts), um festival de moda africana e artes com valorização de talentos do Quênia pela paz, que ela define assim: “Como muitos países em toda a região continuam a sofrer abusos de direitos humanos, distúrbios civis e de guerra, o FAFA visa mudar a percepção de outras comunidades, explorando a ligação entre culturas, através da arte, moda e música.
 O Quênia merece ter uma luz brilhando por seu imenso talento e espero que, através da minha grife de moda, eu seja capaz de fazer exatamente isso. Promover a moda é outra maneira de focar a atenção do mundo sobre essas nações pobres, porém, talentosas.”
FAFA (Festival For African Fashion And Arts) age no Quênia desta maneira:
Promovendo a comercialização dos produtos feitos artesanalmente pelas comunidades locais.
Promovendo o Projeto Peace Patches (patchwork da paz), em que os resíduos têxteis, as sobras da confecção, são doados às mulheres que foram afetadas pela violência. Assim, elas desenvolvem seus próprios projetos através da técnica de patchwork, usando miçangas e bordados, e os vendem de volta para serem usados nas roupas.

Isso gera autoestima, valorização da cultura local, inserção do artesanal na moda, diminuindo os processos industriais, e renda para comunidades menos favorecidas.
Parte da renda do FAFA é destinada a Programas de Treinamento “Não à Violência”, visando prevenção de conflitos e reconciliação em áreas do país afetadas pela violência.Saiba mais aqui.
Este ano, a KikoRomeo e diversas outras marcas de comércio justo na África participaram do AFWNY – África Fashion Week New York, um evento que aconteceu em julho dando destaque e incentivando negócios na moda Africana
As lições que podemos tirar deste formato de negócio? São tantas! A principal é que a moda pode ser muito mais justa, humana e profunda do que se prega. Através dela podemos gerar infinitas oportunidades para outras camadas da sociedade promovendo de fato a inclusão social. A cadeia fashion pode fomentar a economia, a beleza e a dignidade em qualquer lugar do mundo. Gerar oportunidades para todos permite ao indivíduo ter o controle sobre sua vida. E um cidadão independente, em harmonia com seu meio, é um sinal de que processos sustentáveis estão sendo estabelecidos.
Moda poderia ser algo extremamente fútil em meio à seca, fome, violência… Porém, no formato de negócio praticado, ela se tornou a janela pela qual várias pessoas puderam ver e ser vistas de outra maneira. É nesta moda, que ao invés escravizar, oferece liberdade, dignidade e movimentação justa da economia, que nós acreditamos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Psicologia das cores!

Psicologia das cores

Na cultura ocidental, as cores podem ter alguns significados, alguns estudiosos afirmam que podem provocar lembranças e sensações às pessoas. Às vezes, as pessoas no ano-novocolocam roupas com cores específicas para, no ano seguinte, ter o que a cor representa.
Ex: se uma pessoa passa o ano novo de verde, ela pode esperar esperança para o ano seguinte. Muitas pessoas passam de branco, esperando a paz.
  • Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
  • Vermelho: paixão, força, energia, amor, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
  • Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde;
  • Ciano: tranquilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;
  • Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;
  • Roxo:velocidade, concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;
  • Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
  • Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;
  • Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
  • Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição, união;
  • Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;
  • Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

[editar]Cores e suas ligações com o mundo místico

Da mesma forma com que na cultura ocidental as cores são relacionadas a alguma virtude ou valor, no oriente elas são ligadas diretamente a armadilhas. Os japoneses, principalmente, criaram um sistema de cores e armadilhas para tentar se aproximar do conhecimento absoluto, visto que, quando algum desastre natural ocorria, era relacionado aos deuses. Desta forma, temos:
  • Cinza: Veneno;
  • Vermelho: Chamas, combustão espontânea.
  • Azul: Enchentes, alagamentos e grandes chuvas.
  • Ciano: Chuva. Não definido ainda como sendo um desastre ou alguma dádiva.
  • Verde: Seca e desastres relacionados às florestas.
  • Roxo Perda de habilidade. Hoje isso é explicado pela falta de treino.
  • Magenta: Hipnose, perda da sanidade mental;
  • Violeta: Dor;
  • Alaranjado: Ligado à bruxaria e feitiçaria;
  • Branco: Solidão. A morte de entes queridos por acidentes era relacionado a algum feito de uma pessoa que fora vingado por um deus matando alguém próximo.
  • Preto: Destruição em massa. Geralmente relacionado a doenças;
  • Castanho: Vida. A única cor que incita a paz e a prosperidade;

sábado, 19 de novembro de 2011

BOSCO joias da Italia para o mundo!


Já contamos aqui sobre a Who is on Next, a iniciativa para revelar novos talentos apoiada pela Vogue Itália. Uma das grandes revelações do evento deste ano é a Bosco, união dos designers Marco Giugliano, que estudou no Istituto Marangoni Nicolò Bologna. Ambos passaram por experiências em marcas como Dolce & Gabbana, Versace e Strenesse até que decidiram lançar uma linha de jóias com inspirações barrocas e góticas.
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O sucesso foi instantâneo e a dupla já expandiu a marca: para a próxima primavera, as jóias também vão estar nas belas estampas digitais de blusas, saias e vestidos. Com uma forcinha de Anna Wintour e de Franca Sozzani (editora da Vogue italiana) é uma questão de tempo para a Bosco ganhar o mundo!http://www.studiobosco.org/
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Nesta matéria, eles falam mais sobre as influências do trabalho e como pesquisam para desenvolver as coleções. http://www.vogue.it/talents/vogue-per-i-giovani/2011/09/bosco 

    sexta-feira, 18 de novembro de 2011

    As cores primária e a inspiração em Bauhaus!

    Adoro a Bauhaus, uma das mais importantes escolas de Design.
    De acordo com Gavin Ambrose e Paul Harris, em seu livro Dicionário Visual de Design Gráfico:
    Bauhaus: escola de artes e design criada em 1919, sob a direção do renomado arquitetoWalter Gropius, que tinha o objetivo de criar uma nova abordagem ao design depois da Primeira Guerra Mundial.
    Seu estilo é caracterizado por formas econômicas e geométricas. Entre os professores da escola destacavam-se Paul KleeWassily Kandinsky e Marcel Breuer”.
    Ainda no mesmo livro, os autores dizem que em 1923Kandinsky postulou que havia uma relação universal entre as três formas básicas (triângulo eqüilátero, quadrado e círculo) e as três cores primárias (amarelo, vermelho e azul): segundo ele, o triângulo amarelo era mais dinâmico e ativo, e o círculo azul, mais frio e passivo.
    Inspirada na Bauhaus e na relação universal descrita por Kandinsky, criei esta linha de estampas.

    De acordo com Kandinsky, as três formas básicas estariam relacionadas com as três cores primárias.

    Construção das formas em listras verticais

    Zigue e zague. :)

    Módulo que remete a um trabalho peruano. :)

    O módulo repete-se na vertical e na horizontal.

    Facil, se fosse só isso!

    terça-feira, 15 de novembro de 2011

    Não desperdice seus dias de faculdade e não se arrependa depois!

    Sabedoria acadêmica

    • Esteja presente e em dia. Vá à aula, cumpra os compromissos acadêmicos, faça a prova na primeira chamada, entregue o trabalho no dia certo, visite o professor orientador no local e horário adequado.
      Não aproveitar as oportunidades de aprendizado e orientação, deixando tudo para a última hora, é uma forma certeira de queimar toda a sua credibilidade e reduzir a tolerância de todos os interlocutores quando um pequeno detalhe der errado na última hora e você não tiver mais tempo de colocar em prática um plano B. Imagine quantos trabalhos já deixaram de ser entregues no prazo final porque o cartucho de impressão acabou na madrugada do dia da entrega! Mas o responsável por depender de circunstâncias favoráveis de forma tão extrema é quem deixou tudo para ser resolvido depois.


    • Pense no que virá depois. A hora de pensar no que você vai fazer um mês depois de formado não é na semana da formatura. A faculdade é um mecanismo que oferece condições de prepará-lo para a carreira, mas dificilmente isso acontece somente durante a rotina de transferir conteúdo e avaliar o aprendizado.Participar de outras iniciativas acadêmicas (diretório dos estudantes, empresa júnior, etc.), de estágios (obrigatórios ou não), de eventos de pesquisa e extensão, etc. pode ocupar espaços na sua agenda que você preferiria manter livres, mas ajuda a desenvolver uma série de habilidades, práticas e conhecimentos que depois vão diferenciar você nos currículos, entrevistas, avaliações e mesmo na sua autoconfiança – além de ajudar a entender o que você realmente quer fazer depois de se formar.


    • Conheça e seja conhecido. Networking, quando mal empregado, chega a ser quase um sinônimo de alpinismo social. Mas criar e manter um círculo de relacionamentos com pessoas que compartilhem interesses alinhados, quando não é um esforço artificial e baseado em falsidade, é uma oportunidade que quase sempre está presente na faculdade.Os colegas de outras turmas e cursos, os alunos que fazem acontecer as iniciativas acadêmicas, os professores, diretores, palestrantes, etc. podem ser as pessoas que no futuro apresentarão você a um possível sócio, fornecedor ou cliente, que serão o contato para se aproximar de uma empresa, ou que lembrarão do seu nome e procurarão no Facebook (ou no LinkedIn…) caso surja uma oportunidade para alguém que tenha exatamente o perfil que eles lembram que você tinha. Neste sentido, participar dos jogos estudantis, das jornadas de pesquisa e de outros eventos acadêmicos ou associados ganha uma perspectiva a mais, que merece ser levada em conta.


    • Aproveite. Por mais que tudo pareça difícil na faculdade, a tendência é que mais tarde você vá encarar regularmente desafios bem mais complexos do que o professor que não vai com a sua cara e o TCC com regras com as quais você definitivamente não concorda. Saber diferenciar o que justifica esquentar a cabeça e o que você pode deixar passar ,e um desafio em qualquer etapa da vida, mas ter em mente os seus objetivos pode ajudar a direcionar.Pode valer a pena procurar conscientizar-se de que tirar nota máxima em tudo não é garantia de futuro para boa parte das carreiras, e que talvez valha a pena encontrar um ponto de equilíbrio entre a busca das notas altas e o aproveitamento das oportunidades de coletar conhecimentos, experiências e contatos que terão valor real na vida posterior mas não contam pontos para o semestre.
      http://www.efetividade.net



    15 de novembro, Proclamação da Republica

    Proclamação da República, um golpe liderado por militares.

    A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.

    Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.

    Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.

    Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.

    A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.

    Em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo.

    Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais – que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial – compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país.

    Os militares passaram a se opor ferrenhamente a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar críticas ao governo nos meios de comunicação. Em 1873, foram criados o Partido Republicano e o Partido Republicano Paulista. Aproximando-se dos militares insatisfeitos, os republicanos organizaram o golpe de Estado contra a monarquia.

    Nos fins de 1889, sob fortes suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.


    Por Rainer Sousa
    Mestre em História
    Por Rainer Gonçalves Sousa

    segunda-feira, 14 de novembro de 2011

    Estampas para o verão 2012!

    Se o ano começa só depois do Carnaval, não sei. Mas que o mundo da moda não deixa de girar, isso é fato.
    As tendências para o verão de 2012 já estão pipocando na rede e estilistas estão enlouquecidos viajando atrás de inspiração, ideias e materiais.
    As estampas continuam fortes e dinâmicas, arrojadas, femininas, delicadas e cheias de significado.
    Assim como em 2011, o próximo verão promete trazer a presença de florais que remetem diretamente ao nosso maior contato com o natural, com o que nos cerca.
    Cores claras dão lugar às cores vibrantes e cheias de vida. Conforme últimos desfiles, percebe-se que as estampas podem adquirir um resultado visual figurativo, conseguido através de desenhos soltos em linhas orgânicas e gestuais, ou realista, concebido através de fotografias manipuladas.
    Para a criação rolar solta, nada melhor do que nos permitir um olhar mais abrangente e observador: jardins cheios de flores e borboletas, um ramalhete de flores em nossa sala de estar, um guardanapo estampado, um prato finamente decorado ou até mesmo a toalha de mesa do restaurante que costumamos frequentar, tudo pode servir de fonte de inspiração. Neste sentido, estar sempre com uma máquina fotográfica a mão, pode ser de extrema valia.
    A tendência Natureza mescla elementos urbanos e elementos mais puros de entrosamento com o natural e primitivo – primitivo este que necessariamente não quer ser sinônimo de rudimentar.
    A conexão de linhas mais retas, justapostas a linhas orgânicas, fazem com que a estampa adquira movimento controlado, sentido de corte e de caimento.
    Para ilustrar esta tendência – que eu adoro de paixão! – elaborei três versões de estampas, tendo por base as folhas coletadas em meu jardim.
    As folhas foram coletadas, escaneadas e tratadas digitalmente.
    Espero que curtam e que se inspirem muito! Até porque, do jeito que este ano está voando, o verão de 2012 já está aí.
    Um big beijo!
    Martina Viegas

    domingo, 13 de novembro de 2011

    Estampas criativas de Mary Katrantzou

    Mary Katrantzou: Um deleite visual

    Em seu primeiro desfile na London Fashion Week (em 2009), a designer grega Mary Katrantzou trouxe um conceito tão deslumbrante, tão cheio de arte que caiu nas graças da crítica especializada imediatamente, tornando seu trabalho, e seu nome, alvo de atenção.


     
    Setembro de 2010: Um olhar fotográfico para os interiores. 

     
    Candelabros ou joias? Os acessórios são sempre um espetáculo á parte.

    Completando três temporadas na badalada semana de moda londrina, Mary não decepcionou, trazendo no último dia 23 de fevereiro uma coleção fluida, inspirada em objetos de arte e decoração, já característicos em seu trabalho.
    Apoiada pelas técnicas do trompe l’oeil (que propõe um truque ao olhar) e pelos recursos daestamparia digital, a designer consegue utilizar uma infinidade de cores nos tecidos sem falhas de encaixe entre os desenhos, conseguindo efeitos que não conseguiria com outro tipo de impressão
    (como a serigrafia, por exemplo).

    As estampas são de uma originalidade ímpar, multicoloridas e com alta definição: arte pura.

     
    Fevereiro de 2011: Talvez somente um olhar treinado consiga distinguir com rapidez o que é modelagem e o que é ilustração digital.


    sábado, 12 de novembro de 2011

    Concurso Fashion Fringe Londres 2011!

    Durante a London Fashion Week, aconteceu a final do concurso Fashion Fringe; um projeto criado há oito anos para revelar e apoiar novos talentos da moda britânica.
     Os grandes vencedores foram Fyodor Podgorny e Golan Frydman, da dupla Fyodor Golan, que estudaram na Royal Academy of Fine Arts, na Antuérpia e no Istituto Marangoni, respectivamente! Eles criaram a marca em 2010, depois de trabalharem para Alexander McQueen, Raf Simons e Issey Miyake e chamaram a atenção quando participaram do Vauxhall Fashion Scout, um evento para revelar novos designers.

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    Para o concurso, eles desfilaram a coleção “Flowers of Evil”, misturando looks etéreos e românticos, com outros mais “dark”. O resultado encantou jurados como a top Claudia Schiffer, o estilista Roland Mouret e o idealizador do Fashion Fringe, Colin McDowell. Fyodor e Golan agora se juntam a nomes como Erdem e Basso & Brooke, vencedores de anos anteriores e que hoje estão arrasando por aí!
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